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Programação cultural desta quinta no Açougue T-Bone (20 de Março de 2008)


Alunos organizam exposição sobre Direitos Humanos (17 de Outubro de 2007)

Os acadêmicos do segundo período do curso de Direito da FADEP, Pricila Poleselo Zandoná, Marli Blessa, Marili Neitzke e Cleverson Andrade de Castro, montaram uma exposição – no bloco A da faculdade – sobre os Direitos Humanos. Os alunos desenvolveram painéis com fotos de trabalhadores e um cordel com textos de autoria do poeta Gustavo Dourado, que pode ser encontrado no site www.gustavodourado.com.br. A exposição conta também com uma pequena árvore branca – representando a paz – composta de bonecos feitos de bisqüi em seus galhos. Cada um dos 30 bonecos são representações de fetos que representam os 30 artigos presentes na constituição dos Direitos Humanos.

Faculdade de Pato Branco - Paraná
http://www.fadep.br/


Tradição chega a Asa Norte (16 de Outubro de 2006)

Famoso bar Beirute abre sua primeira filial. Casa traz novidades no cardápio

Um dos mais tradicionais bares de Brasília, o Beirute, deixará de ser uma exclusividade da Asa Sul. Agora, os amantes da casa terão outro um novo endereço para se divertir. Será inaugurada hoje a primeira filial do restaurante, na quadra 107 da Asa Norte.
A novidade tem um ar tradicional. Os uniformes vermelhos dos garçons, as mesas de madeiras e os bancos tradicionais do "velho" Beirute serão mantidos, garantindo a mesma ambientação ao bar. Até o famoso Cícero, um dos garçons mais queridos da Asa Sul, foi escalado para passar uma temporada na outra asa. Mas o bar também traz novidades. Além de menor, há um balcão para aquele público que gosta de beber em pé. Inaugurado em 1966, o Beirute se tornou um dos bares mais conhecidos da cidade. Nas décadas de 70 e 80, foi palco de manifestações políticas e artísticas. Com freqüentadores realmente assíduos, a casa ganhou fama por reunir no mesmo lugar pessoas de diferentes tribos, adquirindo um espírito de diversidade que é ressaltado até hoje pelos admiradores do local.
O poeta Gustavo Dourado freqüenta o bar desde os anos 70 e tem verdadeira paixão pelo lugar. "O Beirute tem um lugar cativo na alma da gente, lá fiz muitos amigos que estão comigo até hoje", conta o escritor, que já fez vários poemas nas mesas de lá. Segundo ele, não existe na cidade nenhum lugar compatível "Ele é único porque é a esquina de Brasília".
Gustavo chegou a fazer poesias sobre a história do bar, os freqüentadores e as situações que nele viveu. Em um de seus versos fala sobre a mistura cultural da noite do restaurante: "O Beirute é nossa esquina/Tradição brasiliense/Teve origem libanesa/Tem tempero cearense/Arte: caldo de cultura/E a magia circense...".
As características tão valorizadas pelo público prometem estar presentes no novo Beirute, mas sua cara deve ser outra. "O espírito vai ser o mesmo, mas acredito que ele vai criar uma identidade própria", avalia Francisco Emílio, um dos proprietários. Segundo ele, a criação de uma filial foi uma demanda dos clientes. "Eles pediam sempre. O movimento de entrega na Asa Norte, as vezes, até superava os pedidos que tínhamos na Asa Sul".
A expansão motivou também uma renovação no cardápio, que será o mesmo nas duas lojas. O bem sucedido Filé à parmegiana será acompanhado de outros pratos na mesma linha como o filé ao molho madeira ou ao catupiry, por exemplo. Também foi criada uma "salada família" para servir até três pessoas. As tradicionais porções árabes e outros petiscos serão mantidos, além do incremento de diversos sabores de caldos. Porém, o novo cardápio será adotado apenas no próximo mês. A nova casa fica na 107 norte, Bloco D, e funcionará a partir de amanhã no mesmo horário da loja na Asa Sul, das 11h da manhã às 2h da madrugada.

Fonte : Tribuna do Brasil
http://www.tribunadobrasil.com.br/?ned=2138&ntc=49769&sc=1


Globo Online Blog do Noblat divulga poesia de Gustavo Dourado (12 de Setembro de 2007)

Cordel da Corrupção

Basta à Corrupção
Chega de impunidade
Suborno e concussão
Ladroagem, falsidade
Politicagem e canalhice
Contra a Sociedade...

Banqueiros e magnatas
Marajás e tubarões
Os políticos desonestos
Em palácios e aviões
Desviam o nosso dinheiro
Com as vis corrupções...

Maracutaias, falcatruas
Tramóias , picaretagem
A safadeza é geral
Comanda a pilantragem
A politicanalha surrupia
Nas câmaras da sacanagem...

Pilham o rico tesouro
Assaltam o público Erário
Roubam dos aposentados
Congelam nosso salário
Milhares de picaretas
A fazer do povo: otário...

A Nação é enganada
Pela corja de ladrões
Prometem o céu e o mar
Bem antes das eleições
Depois que ganham o voto
Fazem festas nas mansões...

É roubo de todo tipo:
Peculato, nepotismo
Apadrinhamento, desvios
Furtos e clientelismo
Mordomias, CC-5:
Só se vê fisiologismo...

Escândalo em todo canto:
A gatunagem é geral
Não se respeita o Povo
A traição é natural
Surrupiam as Empresas
E a Fazenda Estatal...

São raposas depravadas
Na porta do galinheiro
Falsificam o orçamento
Assaltam o financeiro
Nosso povo a passar fome:
Vai tudo pro Estrangeiro...

Milhões de desempregados
São vítimas da rapinagem
Os juros são imorais
Verdadeira sacanagem
A riqueza é concentrada
Pela alta bandidagem...

O Imposto é escorchante
Não dá mais pra agüentar
Quem trabalha é lesado
Não adianta reclamar
O dinheiro desaparece
Nos paraísos do além-mar...

50% de Imposto
Paga o trabalhador
É descontado na fonte
Nada paga o fraudador
O Imposto é embutido
No sangue de nossa dor...

IPTU...IPVA
CPMF letal
CID e Previdência
Imposto ditatorial
Falta escola e emprego:
Sobra fila no hospital...

É preciso que ocorra
Uma mudança total
Séria Reforma Política
Ação Educacional:
Os políticos desonestos:
Em Presídio Federal...


Reforme-se os parlamentos
A política nacional...
Câmaras e assembléias
Executivo e tribunal
Gente honesta no Poder:
Para acabar tanto mal...

Chega de malabarismos
Roubos nas licitações
As quadrilhas do orçamento
As famosas comissões
Cadeia para os corruptos:
Corruptores...Tubarões...

O Governo para o Povo:
Sem canalha no Poder
Mais escolas e empregos
Mais salário e prazer...
Um choque de Honestidade:
Pra História subverter...

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_Post=73086&a=111


Gustavo Dourado leva o Cordel à Presidência da República (7 de Julho de 2007)

Cordel para Ariano Suassuna na Intranet da Presidência da República

"Estive por duas vezes no Palácio do Planalto e meu Cordel para Ariano Suassuna foi gravado e divulgado na Intranet da Presidência da República, com link para o meu site... Foi fundamental a participação efetiva da Equipe de Tecnologia da Informação e da Biblioteca da Presidência. Recebi um certificado-registro pelo apoio.

O evento (27/06/2007) foi alusivo aos 80 anos de Ariano Suassuna e aos 100 anos da xilogravura no Cordel. A exposição tem a curadoria de Jeová Franklin. Houve a participação de cordelistas, xilogravuristas e artistas populares como J. Borges, Seu Teodoro do Bumba Meu Boi, Pernambuco do Pandeiro, Arievaldo, Clodo, Jô Oliveira, grupos de forró, xote e xaxado, comes e bebes. O Planalto virou um arraial.

Vladimir Carvalho foi estrela de destaque no evento. Foi marcante a presença de militantes, jornalistas, intelectuais, artistas e professores, além de autoridades públicas e diplomatas."


Luta ingrata (7 de Julho de 2007)

Publicação em 09 de junho de 2007

Viver da literatura é um sonho distante para a maioria dos mais de 1000 escritores da capital. Falta de estrutura para publicação é maior desafio

Ser escritor em Brasília não é fácil. A primeira tarefa é desistir de ter qualquer ganho financeiro com o ofício. Não há incentivo estatal, e os escritores da cidade precisam pagar do próprio bolso a impressão das obras às gráficas. E ainda existem outros problemas: não há editoras locais, nem distribuidoras, além da má vontade das livrarias em comercializar as obras da cidade. Apesar dos obstáculos, a estimativa é de que existam mais de 1000 escritores com produção regular em Brasília. Cerca de 800 deles estão filiados ao Sindicato dos Jornalistas. Também existem associações menores, e até Academias de Letras.

Difícil é não confundir uma com a outra: existe a Academia Brasiliense de Letras, a Academia de Letras do Distrito Federal, a Academia de Letras de Brasília... Sem contar a Academia Taguatinense, a Ceilandense, a Academia dos Trovadores e tantas outras associações mais restritas. Em média, esses grupos têm 40 membros. A maioria das vagas é vitalícia, mas em alguns casos há troca de membros quando o presidente da instituição é substituído. Quem pode falar com propriedade sobre o assunto é Gustavo Dourado. Fundador e ex-presidente do Sindicato dos Escritores, ele calcula ter vendido ao todo 30 mil livros – todos por seu próprio esforço. O baiano, que foi alfabetizado por meio do cordel e hoje trabalha na Secretaria de Educação, veio para Brasília sozinho aos 15 anos e tem a idade da capital. Ele continua produzindo, mas não tem esperanças de conseguir viver da literatura: "Não quero ganhar dinheiro com isso; quero difundir a minha obra". Nessa tarefa, ele encontrou um aliado poderoso: a internet. Gustavo criou o primeiro site de literatura da capital, há oito anos. Lá, disponibilizou algumas obras completas. Ele, que aposta na literatura de cordel, chegou a ser indicado para o Unesco Portal Libraries, que classifica alguns autores de cada país. Dourado ganhou leitores ao redor do mundo e uma de suas obras alcançou 100 mil visualizações. Se há várias academias, onde estão os escritores de Brasília? Gustavo Dourado admite que eles pouco aparecem. E a culpa, segundo ele, é dos meios de comunicação. "Vem o Luis Fernando Verissimo tocar saxofone e sai em tudo quanto é lugar. Mas eles não dão espaço para os escritores de Brasília", diz ele, em referência à participação do escritor gaúcho numa exposição regional neste mês. Ele também critica a distribuição dos recursos públicos apenas para autores já consagrados: "Só recebe o dinheiro quem não precisa receber", reclama. Dentre os escritores brasilienses que alcançaram mais reconhecimento, Gustavo cita Cassiano Nunes, Antonio Carlos Osório, Antonio Miranda e Mariluce Fernandes. São poucos, e não são muito famosos. Mas não se pode ignorar a existência de uma engrenagem que envolve centenas de escritores, várias Academias, milhares de livros vendidos anualmente e que, apesar dos obstáculos, segue funcionando.

Gabriel Castro


Cordel de Gustavo Dourado na Amargosa FM (7 de Julho de 2007)

A literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola.

-=Conheça o cordel de Gustavo Dourado =-


Revisão do Cinema Novo em Brasília: Terra em Transe - Glauber Rocha. Debate de Sareceni e Vladimir Carvalho (18 de Janeiro de 2007)

Gustavo Dourado homenageia o Cinema Novo.
Poema recitado ao final do debate.

Saraceni...Vladimir:
Aruanda...Arraial
Deus e o Diabo na tela
Terra em Transe genial
Cinema Novo, galáxia:
Transmutação cultural...

Leon, Nélson e Joaquim
Linduarte e Carneiro
Glauber na linha de frente
Do cinema brasileiro
Antropofagia plena:
Cinema Novo, guerreiro...

Falou-se de Bertolucci
Fellini , Dahl, Taviani
Família Escorel/Farias
Pasolini...Mastroianni
Neo-Realismo: Visconti
Rosselini... Antonioni...

Gustavo Dourado

Cordel do Cinema Novo. "Uma idéia na cabeça E uma câmera na mão"

Deu-se o Cinema Novo Em forte ebulição Vidas Secas:Terra em Transe Cinema Novo: Um vulcão. ... http://www.gustavodourado.com.br/cordel/Cordel do Cinema Novo.htm


Ibititá homenageia Gustavo Cardoso Dourado (22 de Agosto de 2006)

Lei nº 519, de 22 de agosto de 2006

Dispõe sobre denominação de vias públicas na sede do município.

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE IBITITÁ, Estado da Bahia, no uso de uma das suas atribuições legais, faz saber que, a Câmara Municipal de Vereadores, tendo em vista o Art. 114 do Regimento Interno, aprovou e ele sanciona a seguinte Lei:

Art. 1º - Fica criada a seguinte denominação da Praça da feira, na sede do município de Ibititá:

- Praça Gustavo Cardoso Dourado.

Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.

Gabinete do Prefeito, 22 de agosto de 2006.

Francisco Moitinho Dourado Primo
Prefeito Municipal


Sarau literário inaugura o Observador Cultural

No dia 22 de julho último, na Casa das Rosas, Espaço Haroldo de Campos de poesia e literatura, teve lugar um sarau literário com a presença de renomados artistas e escritores, ocasião em que foi inaugurado oficialmente o Portal Observador Cultural, página virtual participativa de literatura e arte.

O evento foi organizado e dirigido com brilhantismo pela escritora e agente literária Fernanda de Almeida Prado.

Contou com a presença de músicos, artistas e poetas de várias partes do país.

Do Rio de Janeiro vieram os poetas Antonio Gutman, Fernando Sá e Reynaldo Sanches, autores do excelente livro “Pagando Micros” (Gang Edições), com poesias e textos que denominam “Nanoliteratura”, pela forma breve.
Na verdade, apesar de pequenos no tamanho os textos são expressivos e “de infinitas possibilidades, variando do lírico ao ecológico, do filosófico ao social e político e do humor sutil ao pornô-chic”, nas palavras de Caio Trindade.

Ainda do Rio de Janeiro compareceu o Poeta Nilton Alves, cujo livro mais recente “Palavreando” se destaca pela reflexão sobre a poesia e seu papel na sociedade.

O jovem poeta paulista Renato Caruso destacou-se pela originalidade e qualidade da sua poesia.

Já a aprendiz de poeta Patrícia A. de Mello declamou com elegância poesias do mestre Almeida Prado.

Na poesia destacou-se sobremodo o poeta e catedrático em literatura, Prof. Dr. Antônio Lázaro de Almeida Prado, o homenageado da noite, pela expressividade da sua poesia, produzida com a maestria de quem há mais de sessenta anos se dedica e é um virtuose no assunto. O poeta Almeida Prado revela a palavra com o desvelo que dedica às musas, tecendo seus versos com harmonia e sutileza.

Abriu a noite o excepcional poeta Frederico Barbosa, um dos mais atuantes e expressivos poetas contemporâneos, co-responsável pelo movimento poético em São Paulo pelo brilhantismo que imprime na direção da Casa das Rosas.

Outros poetas importantes no atual cenário poético nacional se apresentaram, trazendo ao grande público presente uma amostra dos seus trabalhos. Dentre eles destacaram-se Beatriz Helena Ramos Amaral, Mariana Ianelli, Irene Vieira, Eunice Arruda, Zuleika dos Reis, Marcelo Tápia, M. Luiza Palhas, Américo Bittar, Magdalena Poccard, Cecilia Furquim, Washington Assis.

O Poeta Moreira de Acopiara emprestou a sua simpatia em forma de Cordel e ainda interpretou o Cordel do Observador Cultural, de Gustavo Dourado.

O poeta, editor, professor e músico Marcelo Tápia proporcionou momentos de júbilo entre os presentes pela leitura dos seus poemas e sua apresentação musical, revelando-se, juntamente com seu filho Daniel Tápia, um cantor e músico de primeira grandeza.

Um show à parte foi a apresentação musical de Maria Cecília Furquim e Marcelo.

Na música destacou-se, ainda, Guca Domenico, poeta, escritor e músico, com canções criativas e alegres, para o deleite da platéia.

Destacou-se, também, o músico Ozias Stafuzza, poeta, psicólogo, músico, que brindou a todos os presentes com canções representativas da mais alta tradição da música popular brasileira, atualmente “impopular”, segundo suas próprias palavras.

O Sarau foi encerrado ao som de Luiz Vieira, na voz de Aurora Maciel e acompanhamento de Ozias com sabor de saudade e expectativa pelo próximo evento.

O Observador Cultural agradece a todos os presentes e à organizadora Fernanda Almeida Prado por ter possibilitado o lançamento oficial em tão auspiciosa ocasião.

Fonte: http://www.observadorcultural.org/site/Editorial.aspx


Poemas de Amor (2 de Junho de 2006)

O escritor Gustavo Dourado, Stella Rodopoulos e o embaixador Augusto Estelitta Lins (foto) em recente acontecimento cultural. Stella Rodopoulos contou que vai lançar mais dois livros neste ano: um de poemas de amor e outro dedicado ao público infanto-juvenil. Grande parte da renda, ela vai doar para instituições de ensino.

Gilberto Amaral


Autoria.net seleciona o livro Phalábora de Gustavo Dourado (13 de Maio de 2006)

Phalábora, Gustavo Dourado
http://www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/gustavodourado.htm
É possível transitar em um mesmo livro pelos meandros do manifesto social, por homenagens póstumas com bela carga de saudosismo e, principalmente, por graciosos jogos de palavras com sentido puramente reflexivo?
O poeta baiano Gustavo Dourado provou que sim. É possível reunir todos esses elementos e algo mais. Em seu livro de poesias Phalábora – note que as brincadeiras com as palavras começam no título da obra – Dourado despeja, com a autoridade de um poeta reconhecido nacionalmente, todas as suas idéias e “viagens” por temas e episódios. Revela também sua extensa gama de influências, rompendo mais tabus. Seus mestres percorrem uma escala improvável, estendendo-se pelo erudito e popular. É notável a influência de Carlos Drummond de Andrade, da mesma forma que também identificamos traços de Patativa do Assaré, famoso cordelista cearense. Há até mesmo elementos do concretismo de Haroldo de Campos.
Outro elemento decisivo em seus escritos é a visão critica inteligente e cheia de sensibilidade. Versos que misturam o nacionalismo da primeira fase do romantismo com a inclusão de estrangeirismos do tropicalismo e manifestos do modernismo marginal de Lima Barreto. No livro Phalábora, é possível encontrar várias poesias com belas doses de crítica a globalização e a política externa norte-americana.
O jogo de palavras muito bem utilizado nos remete a trocadilhos e versos assustadoramente interessantes. Não à toa o celebre dicionarista e ex-Ministro da Cultura do Brasil, Antônio Houaiss, chamou Gustavo Dourado de “bruxo das palavras”. Tais poesias sociais seguramente são frutos da influência sofrida por Gustavo Dourado, nos seus tempos de estudante universitário na UnB, em Brasília, onde estudou letras. Na época, foi um ativo membro do movimento estudantil, participando de diretórios em diversos níveis e chegando a ser delegado da União Nacional dos Estudantes, a UNE.
No livro Phalábora, também há espaço para poesias com forte teor mitológico e lendário. Talvez, também fruto da cultura popular sertaneja absorvida por Dourado em seu período de vivência no nordeste Brasileiro. É exemplo o poema nativista Sinfonia do Verde.

http://www.autoria.net/


4 de Maio de 2006

Pinceladas
Entre os 4 mil livros arrecadados pela campanha promovida pelo Ministério Público do Distrito Federal, uma centena deles foi doada pela escritora Stella Rodopoulos, convidada pela instituição para comemorar o Dia Mundial do Livro. Ela e a poetisa Adélia Prado, mais Gustavo Dourado (foto), leram obras para o público.

Jane Godoy
Com Sophia Wainer jane.godoy@correioweb.com.br

http://www2.correioweb.com.br/cbonline/colunas/col_360.htm


Literatura cibernética (2 de Abril de 2006)

Escritor de Brasília é selecionado pela Unesco para Portal Mundial.
Seu site também está entre os primeiros no PageRank do Google.

O escritor de Brasília Gustavo Dourado (Amargedom) foi selecionado pelo Portal Mundial da Unesco como referência em poesia e livro. Seu site www.gustavodourado.com.br e a antologia poética www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/gustavodourado.htm foram recentemente incluídos no World Poetry Day e Unesco Portal Libraries. O Portal de Poesia da Unesco destaca os principais autores contemporâneos de cada país e é hoje uma das mais importantes referências na área cultural em todo o mundo. O site do escritor está entre os primeiros no PageRank do Google Directory (que mede a qualidade e nível de leitura dos sites), na categoria Escrita Online e entre os melhores na categoria Poetas, Fanzines e Weblogs ao lado de escritores como José Saramago, Machado de Assis, Monika Grycczynska, Camões, Euclides da Cunha, Antônio Vieira e Fernando Pessoa.

O site do poeta de Brasília também recebeu destaque no Portal Contemporary Beatnik; PoemHunter, All Poetries e Dreamagic nos Estados Unidos e no Jornal Ecos, em Paris e no RickMark News, de Londres. Recentemente, foi selecionado pelo jornalista/poeta Soares Feitosa para constar na página especial do conhecido Jornal de Poesia, o mais respeitado espaço literário da Internet www.secrel.com.br/jpoesia/gustavodourado.html . Foi entrevistado para o Guia de Poesia na Internet pelo Jornalista/poeta Luís Alberto Machado. Gustavo Dourado é ainda um dos autores mais lido do site http://www.cronopios.com.br/site/colunistas.asp?id_usuario=32 .

Seus textos recebem mais de 6 mil acessos por mês e já zerou vários contadores de visitas. E ele próprio recebe uma média de cem e-mails por dia com sugestões, elogios e pedidos de informações e entrevistas sobre o seu trabalho literário.

Em 1999, criou o Portal Usina de Letras, hoje um dos mais acessados endereços literários da Web. Autor da famosa frase/poema: O Brasil quem U$A Sou EEEU... Gustavo Dourado, professor de Literatura e Folclore, premiado na Áustria, é considerado por alguns críticos como um cordelista cibernético, trovador pós-moderno, que transita do erudito ao popular, da estética experimental às formas tradicionais do texto. É "poeta do repente e da beleza", classifica Ferreira Gullar. Em 1980, Gustavo Dourado lançou seu primeiro livro: Tupynambarbarie. É, de lá pará cá, centenas de textos e poemas na Internet e as obras: Phalábora, Linguátomo e os cordéis da Transformação, Torquato Neto e da Criatividade, além de seis posteres, seis postais de poesia e dois adesivos poéticos, em sua maioria lançados no Bexiga(SP),Nas Bienais do Rio e de Sâo Paulo, Em Brasília, no Beirute(109 Sul), Bom Demais e na UnB a partir dos anos 80. Participou também de várias antologias coletivas de poetas, entre elas Espejos de La Palabra (Espelhos da Palavra), Coletivo de Poetas, Versos& Prosas, Virtualismo e Poesia de Brasília.

Verbete da Enciclopédia da Literatura Brasileira, sua obra foi tema de tese de mestrado na Universidade Federal de Ouro Preto, de doutorado na Universidade Federal da Paraíba e de pesquisa na Universidade de Brasília e em universidade sestrangeiras. Quando presidente e diretor do Sindicato dos Escritores do DF organizou mais de mil lançamentos de livros e recitais poéticos. É membro titular da Academia Brasileira de Literatura, da Academia Virtual Brasileira de Letras, da União Brasileira dos Escritores, ALIPOL: Associação Internacional de Literatura de Língua Portuguesa e Outras Linguagens e do Instituto Histórico e Geográfico.

Improvisador nato, repentista, cordelista, cria, recria, inspira-se e transpira uma poesia transmoderna, pop, beat e apocalítica.

Sob o signo da invenção, o baiano de Ibititá (região de Irecê), Chapada Diamantina, residente há 30 anos em Brasília, propõe-se a reinventar e, com tal intenção, envereda sua poesia pelos campos da cibernética, da ecologia, da política, da economia, do cinema, das artes gráficas, da semiótica, da genética, da crítica e da sátira e sobretudo da literatura de cordel. É um criador multimídia, a movimentar um poderoso arsenal de recursos poéticos e transpoéticos com a criação de novas palavras e conceitos, por fusão, pesquisa, improviso, montagem, aglutinação ou justaposição.

Uma síntese de sua poesia e criação pode ser verificada em:
http://directory.google.com/Top/World/Português/Artes/Literatura/Poesia/Escrita_Online/
http://www.unesco.org/.../Access/Digital_libraries/Collections/Portuguese/index.shtml
http://www.gustavodourado.com.br/poesia.htm
http://www.gustavodourado.com.br/cordel.htm
http://www.secrel.com.br/jpoesia/gustavodourado.html
http://www.cronopios.com.br/site/colunistas.asp?id_usuario=32
http://www.lunaeamigos.com.br/gustavo/gustavo.html
http://www.unesco.org/poetry/appronfondissement.php?nom=1176&langue=english

***Assessoria de Imprensa
Maria Félix Fontele (jornalista)
(61) 92928742


Sint@xe-se de Gustavo Dourado é publicado no portal do Tribunal de Justiça - Rondônia (2 de Abril de 2006)

Um sujeito com posto, cheio de predicado(s),
Decompõe-se oculto, simples, (in) determinado.
Insubordanado, às vezes, subordina-se à oração principal.
Alterna-se ás, sindético, à ética coordenada.
Aposto, pobre, a gente da passiva, evoca ativo
Objeto pré posicionado pra lá de (in) direto.
Lembre-se, de mim, não esqueça, (a) fixe-se na ênclise...
Criar-se-á oblíqua mesóclise, se sufixo me colocar.
Se pré fixar o pronome, proclítico se, tornar-se-á...
Dá-se um jeito à oração sem sujeito: suplementa-se...

Verbo-nominal complementa-se, sexpletiva adjunta-se .
Reduz-se ápora, ad verbial, sub des envolve-se restritiva,
In (transitiva), (in) exis tente: phenômenica, circunstancial.
Impessoal, o verbo venta, defectivo, relampeja, etc e tal.

Ah! bem, pessoal, meu bem, sem espanto,
A gente se beija, com encanto, nus, entre tanto(s)...

Gustavo Dourado




Plano Nacional do Livro e da Leitura, Site da semana: Gustavo Dourado (Março de 2006)

Cordel na Internet é um site de divulgação da literatura de cordel no universo da Web, com destaque para a experimentação lingüística do poeta Gustavo Dourado e de seus convidados. Por meio do cordel deste autor, tem-se divulgado a vida e a obra de grandes nomes da arte e da cultura. Cordel na Internet está acessível no endereço eletrônico www.gustavodourado.com.br/cordel.htm. O projeto integra o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), dentro do Eixo 3 (Valorização da Leitura e Comunicação), na Linha de Ação Estímulo a Publicações Impressas e Outras Mídias Dedicadas à Valorização do Livro e da Leitura.

Plano Nacional do Livro e Leitura/Fome de Livro: fomedelivro@minc.gov.br
Saiba mais sobre o Fome de Livro: www.cultura.gov.br
Informações para a imprensa e sugestões: imprensa@vivaleitura.com.br


Deu na Almanaque... (05 de Janeiro de 2006)

O site do poeta Gustavo Dourado vai do cordel ao experimentalismo.
Fala sobre cinema, música, teatro e artes plásticas. O seu forte é a poesia e o cordel. Cordel para a Amazônia, Direitos Humanos, Antônio Conselheiro, Pixinguinha, Glauber Rocha, Eisenstein, Cruz e Souza, Augusto dos Anjos, Nísia Floresta, Vinícius, Machado de Assis, Lima Barreto, Clarice Lispector, Paulo Freire, Neruda, Drummond, Castro Alves, Einstein, Jorge Amado, Veríssimo, Josué de Castro,Van Gogh, Vinci e Federico García Lorca são alguns dos nomes retratados no site. Disseca a obra dos grandes pensadores, poetas e criadores e embala o leitor ao ritmo do repente ao retratar os cantadores, artistas e poetas repentistas como Patativa do Assaré, Luiz Gonzaga e o Cego Aderaldo. Vai da crítica social à renovação da linguagem pelos neologismos. O site e o seu conteúdo tem despertado o interesse de pesquisadores estrangeiros e já foi tema de de tese de mestrado e de doutorado. No FestBrasília, Gustavo Dourado recitou o cordel do Cinema Novo para a jornalista e pesquisadora francesa Sylvie Debs, que pesquisa as relações do cordel com a estética do Cinema Novo.
http://www.gustavodourado.com.br/cordel.htm

O site foi selecionado pela Unesco World Poetry Day/Portal Libraries e pelos diretórios do Google, Yahoo e Dmoz, entre os primeiros colocados.

*Jornalista Maria do Rosário Caetano


Cordel e cinema (22 de Dezembro de 2005)
* Jornal do Brasil


A jornalista e pesquisadora francesa Sylvie Debs, professora de cinema e literatura da Universidade de Estrasburgo (França), descobriu a obra de cordel, do escritor Gustavo Dourado pela internet e o entrevistou durante sua passagem por Brasília, por ocasião do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Autora de livros sobre cinema e cultura brasileira, Sylvie recebeu poemas e material significativo de Gustavo Dourado, que servirá de fonte para a sua pesquisa sobre a influência do cordel no cinema. Dourado, na foto com Sylvie, é autor do cordel Cinema Novo, que ressalta a estética de Glauber Rocha. E das Gilbertianas, que está no meu site.

Fonte:
Jornal do Brasil www.jbonline.terra.com.br
Coluna Gilberto Amaral www.gilbertoamaral.com.br


Grande Cordel da Ufologia Brasileira

Durante o I Congresso de Ufologia e Espiritualidade realizado em abril de 2005 na cidade mineira de Itauna, organizado pelo ufólogo, artista plástico, músico e webmaster Pepe Chaves, além dos excelentes oradores que se apresentaram houve algo mais que se constituiu em absoluta novidade – a declamação de um enorme cordel ufológico, composto especialmente para a ocasião.

Durante quase uma hora o poeta baiano residente em Brasília Gustavo Dourado, de família de intelectuais, recitou o Grande Cordel da Ufologia Brasileira, com mais de 250 estrofes de seis linhas (sextilhas), onde homenageou centenas de ufólogos brasileiros e alguns estrangeiros com projeção simultânea em um telão de mais de 100 fotos dos mencionados, tendo sido muito aplaudido. Esse trabalho foi oferecido ao falecido general Alfredo Moacyr Uchoa e à Irene Granchi, ambos famosos autores e pioneiros da ufologia brasileira e a várias outras pessoas.

Houve especial destaque aos hipnólogos em ufologia, que revelaram ao mundo muitos casos de abdução ao remover as amnésias introduzidas pelos ETs. Os que são médicos e psicólogos costumeiramente prestam posterior atendimento aos abduzidos que ficaram traumatizados. Somente nessa categoria foram mencionados o médico Dr. Max Berezovsky, o médico Dr. Sílvio Lago, o publicitário Francisco Baqueiro, o engenheiro Claudeir Covo, a médica Dra. Analígia Francisco, o autor Mário Rangel, o psicólogo Ataíde Ferreira, a psicóloga Valéria Lazer, a psicóloga Mônica Borine, o parapsicólogo Álvaro Fernandes, a psicóloga Gilda Moura, o médico Dr. Osvaldo Alves, o advogado Palmor Brandão Carapeços, o dentista Pedro Louzada, o engenheiro José Luiz Martins Filho e alguns hipnólogos estrangeiros que vieram ao nosso país e colaboraram especialmente com a ufologia brasileira como o diretor de teatro argentino Fábio Zerpa, o psiquiatra norte-americano Dr. John Mack, o artista plástico norte-americano Budd Hopkins, o professor de história Dr. David Jacobs, o psicólogo norte-americano John Carpenter e o ex-militar norte-americano Derrel Sims. De todos esses 22 hipnólogos em ufologia foram projetadas as fotos.

O jornalista norte-americano Bob Pratt, que escreveu um importante livro sobre suas pesquisas em nosso país, como costumeiramente foi tratado como nosso conterrâneo por ter sido declarado solene e publicamente em Curitiba Ufólogo Brasileiro Honorário, quando recebeu a bandeira nacional e diploma especial assinado por 80 destacados ufólogos brasileiros. O texto completo do cordel está disponível gratuitamente nos sites http://www.gustavodourado.com.br e http://www.viafanzine.yan.com.br e o poeta autoriza a inclusão de links em outros sites.

Fonte: http://www.odiarionf.com.br/15052005/cadernodois/joao.html



Gustavo Dourado recita Cordel no fim de semana Ufológico em Itaúna - 30/04/2005.


O Grande Cordel Da Ufologia

O poeta baiano radicado em Brasília, Gustavo Dourado, esteve presente e recitou o Grande Cordel da Ufologia Brasileira, reunindo cerca de 500 nomes de pessoas ligadas à Ufologia.

A récita contou com ilustrações de cerca de 100 imagens de ufólogos no telão e contou com colaboração e consultoria do ufólogo Mário Rangel, de São Paulo, e edição final de Pepe Chaves.

O grande cordel foi recitado em cerca de 1 hora e remontou casos, nomes e peculiaridades da história ufológica brasileira e incluiu também, nomes de ufólogos estrangeiros que de alguma forma se envolveram com o estudo no Brasil.

Matéria completa: http://www.viafanzine.yan.com.br/site_vf/ufovia/eventos.htm


Gustavo Dourado no Via Fanzine - 20/02/2005

Sob o signo da invenção

Sob o signo da invenção, o baiano oriundo de Ibititá (região de Irecê), Chapada Diamantina, Bahia, mas residente há 29 anos em Brasília, Gustavo Dourado, de pseudônimo Amargedom, propõe-se a reinventar e, com tal intenção, envereda sua poesia pelos campos da ecologia, da informática, da política, da economia, do cinema, das artes gráficas, da semiótica, da crítica e da sátira, da ironia, da denúncia, da literatura de cordel, de muito mais e de tudo enfim procurando abrir brechas na vastidão de possibilidades que lhe oferecem as palavras e uma prole numerosa de signos icônicos e indiciais.

Trata-se de um criador multimídia, a movimentar um poderoso arsenal de recursos poéticos e transpoéticos, de inesgotável utilização dentro de sua determinação em desvendar os segredos do mundo e denunciar suas mazelas, fazer apologias e proferir julgamentos, inventando linguagens e postando-se em estado permanente de criar. Não recua diante da necessidade de criação de novas palavras, por fusão, aglutinação ou justaposição, nem diante do caos em que porventura essa fertilidade resulte. Quanto a isto, a terra é fecunda, por vezes apocalíptica.

Glauberrando, cinemagia, Rimbaudelaire, fonemastigando, termos colhidos a esmo, são apenas alguns exemplos, de que o verbo volpintar, usando o sobrenome do pintor italiano-paulista, impressionou o crítico de arte Olívio Tavares de Araújo. Poundiano, concreto, expressionista, pop, rótulos por certo não faltarão para pregar na testa de Amargedom, em quem Darcy Ribeiro viu "o faro, o ritmo, a vibração, a energia e a criatividade dos grandes poetas", e Affonso Romano de Sant'Anna, uma poesia a estilhaçar "ironias em granadas a granel, infinita e iluminada". Moacyr Scliar o qualificou como "expressão maior da cultura brasiliense".

Torquatian@

Anjo louco renascente
Anjo barroco cigano
Netuno do oceano
Sertanejo universol
Torquato fenomenal
És poeta soberano

Desfolhaste a bandeira
Da manhã luz tropical
Estrela d'alva serena
Vespertina musical
Ritmaste a nova era
Iluminando o carnaval

Combateste o arcaísmo
O modismo, a opressão,
Ao morrer eternizou-se
Sem medo da repressão
Foste vítima da tortura
Da angústia da razão

Antropófago criativo
MultiArtista criador
Mago do tropicalismo
Morreu de arte e amor
Morreste abandonado
Pelo sistema jogado
No precipício da dor...

ILUSTRAÇÃO: AMORIM

Literatura de Cordel

No Brasil, o cordel ganhou estatura poética no Nordeste do Brasil, pelas bandas do Sertão do Cariri e diversas paragens do Nordeste brasileiro.

As influências são multidiversas:desde a poesia árabe, mediterrânea, hindu e persa à poética egípcio-hebréia- greco-latina e afro - indígena... Entretanto, a Poesia de Cordel tem a sua força na expressão ibero-lusitana - brasilíndia e galego-castelã...
Foi na Espanha e em Portugal, que a poesia de cordel ganhou feição e postura literária.

É na poesia cavalheiresca e trovadoresca que o cordel se inicia de forma pungente e pujante, principalmente a partir dos 12 pares da França, de El Cid, O Campeador e da obra monumental de Camões e Cervantes, ambos influenciados por Dante Alighieri.
Os reis trovadores Dom Diniz e Dom Duarte foram nossos precursores ibéricos.

A Literatura de Cordel foi enriquecida pela criatividade e maestria de Gil Vicente, Camões, Gregório de Matos, Bocaje, Castro Alves, Rabelais, Cervantes, Catulo da Paixão Cearense, Ascenso Ferreira e dos mestres e pesquisadores da cultura popular: Leonardo Mota, Luiz da Câmara Cascudo, Ariano Suassuna, Jorge Amado, Glauber Rocha, João Cabral de Melo Neto, Rachel de Queiroz, José Américo de Almeida, Sebastião Nunes Batista, Sílvio Romero, Cavalcanti Proença,Vicente Salles, Téo Azevedo, Orígenes Lessa, Mário Lago, Jerusa Pires Ferreira, Joseph Luyten, Mark Curran, Silvie Raynal, Raymond Cantel, Zé Ramalho e tantos outros nomes de destaque.

'O cordel continua e sobrevive, apesar das idiossincrasias, intempéries e dificuldades e das antropofagias da Indústria cultural midiática e globalizante...'

No Brasil, o cordel ganhou estatura poética no Nordeste do Brasil, pelas bandas do Sertão do Cariri, do Pajeú, da Serra do Teixeira, Campina Grande, João Pessoa, Caruaru, Juazeiro do Norte, Crato, Recife, Fortaleza, Salvador, Serra Talhada, Mossoró, Caicó, Paulo Afonso, Feira de Santana, Juazeiro, Petrolina, Irecê, Chapada do Apodi, Serra da Borborema, Chapada Diamantina, Rio, São Paulo, Brasília e pela vastidão dos lugarejos,arraiais, vilas e cidadelas da caatinga e do agreste, com os vates - poetas Leandro Gomes de Barros, Rodolfo Coelho Cavalcante, Francisco Chagas Batista, Francisco Sales Areda, Manoel Camilo dos Santos, Minelvino Francisco da Silva, Caetano Cosme da Silva, João Melquíades Ferreira da Silva, José Camelo de Rezende,Teodoro Ferraz da Câmara, João Ferereira de Lima, José Pacheco, Severino Gonçalves de Oliveira, Galdino Silva, João de Cristo Rei, João Ferreira de Lima, Antônio Batista, Laurindo Gomes Maciel, Manuel Pereira Sobrinho, Antônio Eugênio da Silva, Augusto Laurindo Alves( Cotinguiba), Moisé Matias de Moura, Pacífico Pacato Cordeiro Manso, José Bernardo da Silva, Cuíca de Santo Amaro e João Martins de Athaide, Francisco Gustavo de Castro Dourado( Amargedom), João Lucas Evangelista, Zé de Duquinha, Audifax Rios e Rubênio Marcelo, entre outros nomes significativos do passado e da atualidade, entre tantos baluartes da Poesia Popular e do Romanceiro do Cordel..

Convém ressaltar figuras de destaque, mistura de cordelistas e cantadores como Zé Limeira, lendário Poeta do Absurdo, de Orlando Tejo e Patativa do Assaré, da Triste Partida,Zé da Luz, Raimundo Santa Helena e Franklin Machado Nordestino. Além de centenas de cordelistas que divulgam os seus trabalhos na Internet. Temos até a Academia Brasileira de Literatura de Cordel.

O cordel continua e sobrevive, apesar das idiossincrasias, intempéries e dificuldades e das antropofagias da Indústria cultural midiática e globalizante...

São imprescindíveis a abertura de espaços e fóruns de discussão e de publicação de textos de cordel, de autores tradicionais e contemporâneos para dinamização do movimento da Poesia Popular Universal...A Internet é um espaço primordial...

Fonte: Via Fanzine - http://www.viafanzine.yan.com.br/literatura.htm

Agradecimentos a Pepe Chaves.


LITERATURA Rede de alternativas - 29/01/2005

http://libros.velix.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=17&Itemid=2

Das vendas de mão em mão em bares e restaurantes à popularidade entre internautas de todo o planeta, o escritor Gustavo Dourado aprova a iniciativa: “Hoje estou no mundo”

Naiobe Quelem

"
Escritores que não se enquadram nas exigências impostas pelas editoras convencionais encontram na internet o veículo ideal para divulgar seus trabalhos (Naiobe Quelem Da equipe do Correio)

Paralelamente às restrições impostas pelas editoras convencionais, autores até então desconhecidos no mundo das letras têm investido cada vez mais no mundo virtual para divulgar seus trabalhos. Baixos custos de editoração, velocidade na publicação e na divulgação, bem como a viabilização de obras que não se enquadram no conceito de atratividade comercial das editoras tradicionais, são algumas das vantagens que as suas correspondentes virtuais.

Até 1997, o professor de literatura e escritor Gustavo Dourado, 44 anos, tinha o trabalho restrito a uma pequena parcela do público brasiliense. Todos os nove livros publicados até então foram independentes e distribuídos com dificuldade. “Vendia os exemplares nos lançamentos e nos bares e restaurantes, de mesa em mesa”, lembra Gustavo. Cansado de ter os escritos recusados, há quase oito anos ele só publica o material na internet. Começou publicando artigos, contos, crônicas e poesias em sites do Brasil e do exterior.

Há cinco anos, Gustavo lançou seu primeiro livro pelo Ebook Net (www.ebooknet.com.br), editora virtual com acesso para download gratuito, e não se arrepende. Phalábora – antologia poética com ilustrações do artista plástico Toninho de Souza – é o mais lido do site. Só em dezembro, recebeu 3.549 visitas – média de 114 acessos diários. Recentemente, o seu site (
www.gustavodourado.com.br) e a antologia (www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/gustavodourado.htm) foram incluídos no World Poetry Day e Unesco Portal Libraries. O portal de poesias da Unesco destaca os principais autores contemporâneos de cada país e é hoje uma das mais importantes referências na área cultural em todo o mundo. O site do escritor também está entre os primeiros no PageRank do Google Directory, que mede a qualidade e o nível de leitura dos sites. No último dia 28, por exemplo, Gustavo ocupava o 4º lugar na categoria Escrita Online e a 8ª posição na categoria Autores. “Isso tudo aconteceu depois de publicar no Ebook Net”, conta.

No Ebook Net, o autor paga para publicar o livro digital e ganha uma biblioteca virtual própria onde são hospedadas as obras. “Não há restrição de gêneros, mas 80% dos títulos são poéticos”, observa a criadora do site, a poetisa Maria Inês Simões . Os preços e a ampla possibilidade de divulgação dos trabalhos por meio da rede são os maiores atrativos. Um livro, que custaria cerca de R$ 5 mil se impresso, no site, sai por cerca de R$ 150. Não é preciso pagar hospedagem. Já para os leitores, o custo é zero. Como as obras podem ser baixadas gratuitamente, o autores não recebem os direitos autorais. “A única coisa que não ganho é dinheiro, mas isso é um investimento. As editoras tradicionais são muito fechadas. Antes era conhecido apenas em Brasília. Hoje estou no mundo”, avalia Gustavo, que se prepara para lançar na Internet Cordéli@, antologia de cordel com xilogravuras eletrônicas. Desde 2003, o Ebook Net publicou 234 títulos de 103 autores.

O Ebook Net é um desmembramento da Academia Virtual Brasileira de Letras (
www.avbl.com.br). Criada em 2001, também por Maria Inês, a Academia tem 436 membros. O site da AVBL – que remete ao Ebook Net – também é bastante conhecido entre os internautas. No portal (www.marketleap.com/publinkpop), que mede o índice de popularidade na rede, a página da AVBL soma 7.740, pontos contra 10.126 pontos da Academia Brasileira de Letras (ABL), que já tem cem anos de existência."


Gustavo Dourado declama poema de cordel a Paiva Netto - 12/01/2005

Templo da Boa Vontade, a Pirâmide dos Espíritos Luminosos, em Brasília/DF

Brasília/DF — O Professor Gustavo Dourado, escritor e Presidente Emérito do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal visitou o Templo da Boa Vontade – A Pirâmide dos Espíritos Luminosos – e foi entrevistado no programa Brasil Democrático, da Rede Mundial de Televisão – A TV da Educação, da Cultura e da Cidadania com Espiritualidade!
Durante a entrevista, o professor declamou um poema de cordel dedicado ao jornalista Paiva Netto, Presidente das Instituições da Boa Vontade. Eis o poema:

Cordel ao Jornalista Paiva Netto, Apóstolo da Boa Vontade

Salve José de Paiva Netto
Jornalista e Escritor
Nasceu no Rio de Janeiro
Professa a Paz e o Amor.
O Ecumenismo Irrestrito:
Desabrocha como a flor...

Auxílio aos necessitados.
É destaque em sua meta
Ajudar a quem precisa:
Seguir sempre em linha reta
Amor e Boa Vontade:
Proclama o nosso Poeta...

Defesa dos Valores Humanos
Ações Espirituais...
Prega o Amor Fraternal
As Melhorias Sociais
Sociedade Solidária:
Quintessências Culturais...

Reconhecido pela ONU
Cidadão Universal...
Destacado em toda a Terra
Tem Mérito Internacional
Um Destaque do Brasil
No Cenário Mundial...

Compositor e Radialista
É Poeta Criador
É embaixador da Paz
Da Liberdade e do Amor
Valoriza a humanidade
É Espírito Libertador...

Oscar da Imprensa Esportiva:
O Troféu Bola de Ouro...
Esporte Sem Violência
O Amor é seu Tesouro
Depois de tanto trabalho
Merece o sagrado louro...

SOS Nordeste
Em favor dos flagelados
Os Nordestinos agradecem
Os apoios ofertados
São trabalhos importantes
Meritórios, destacados...

Educação como um todo
Trânsito sem violência
A campanha antidrogas
Incentivo à Consciência
Valorização à Vida
Com Ternura e Sapiência...

Humanitário Idealista
Desperta a Sociedade
Espiritualidade Ecumênica
O Caminho da Verdade
Fazer o Bem para Todos:
Sempre ter Boa Vontade...

Educação e Cultura
Saúde e Alimentação
Trabalho Espiritual
Apoio à População
Boa Vontade com o Povo
Apreço pela Multidão...

Sempre unido de mãos dadas
Com toda a Comunidade
Programa Sopa dos Pobres...
A Ronda da Caridade
Mobilização Solidária:
Paz, Amor, Fraternidade...

Boa Vontade é um dom
Que a divindade concede
Boa Vontade entre os Homens
A Natureza intercede
Cultive-se a Boa Vontade:
Fazer o Bem não se mede...

Deve-se ter Entusiasmo
Que é a força divina
Boa Vontade ao Amor
Que a Humanidade destina
Os Anjos da Boa Vontade:
Ao nosso Povo ilumina...

Boa Vontade entre os homens
É dádiva do Redentor
Zarur plantou a semente
Foi um mestre criador
Paiva Netto com Ternura
Germina a Paz e o Amor...

Construiu o Grande Templo
A Pirâmide do Cristal
Onde está a Energia
Do Amor Universal
A Religião de Deus:
Solidária e Fraternal.


Gol de Letra (por Gilberto Amaral)

Ganha destaque no World Poetry Day, o portal mundial de poesia da Unesco, editado a partir de Paris, o poeta brasiliense Gustavo Dourado.

Phalábora, a sua antologia poética e seu site de literatura figuram agora ao lado de grandes nomes da literatura universal, divulgando e cantando as belezas da terra Brasilis, a partir da Bahia, seu Estado de nascimento, até Brasília, sua terra por adoção.

Confira:
http://jbonline.terra.com.br/papel/colunas/amaral/2004/08/29/jorcolama20040829001.html


Bibliotecas mais acessadas em setembro/2004



BIBLIOTECA VIRTUAL DE GUSTAVO DOURADO:
http://www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/gustavodourado.htm/

DIVULGUE VOCÊ TAMBÉM A SUA BIBLIOTECA VIRTUAL E FAÇA PARTE DA LISTA: BIBLIOTECA MAIS ACESSADA DA AVBL&EBOOKNET
ACESSEM!!!
EBOOKNET - Bibliotecas Virtuais


United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization

Phalábora http://www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/gustavodourado.htm Antologia Poética Virtual de Gustavo Dourado Amargedom é selecionada para o Portal de Poesia da Unesco - World Poetry Day

Websites:
http://www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/gustavodourado.htm/
http://www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/gustavodourado.htm/

Category : Journals
Country/Territory : Brazil
City : Brasília

Description : Revista-livro de Poesia de Gustavo Dourado com ilustrações de Toninho de Souza.
Divulgação na Internet Capa:Resa da Revista Bric-a Brac Arte:Toninho de Sousa
Textos/Poemas:Gustavo Dourado Amargedom
Parecer:Selo Letras da Bahia
Prefácio:Jornalista Maria Félix Fontele
Apresentação :Luiz Alberto Machado



BRASÍLIA PARA TODOS


Baiano de Ibititá ( Região de Irecê), Gustavo Dourado ( Amargedom), mora em Brasília há 25 anos, onde tem participado ativamente dos movimentos políticos,ecológicos, sociais e culturais. Destacou-se no movimento pela Anistia, luta pela redemocratização da UnB, Movimento Diretas Já, Movimentos ecológico, alternativo, pró-constituinte, pró-impeachment e pela autonomia política e financeira do Distrito Federal. Na UnB, sobressai como líder estudantil e cultural e promoveu vários eventos como o Flimpo, Show do Arroto,Expoarte. Amargedom é autor de nove livros. Já lecionou no Gama, Ceilândia, Taguatinga, Elefante Branco, Sarah e Faculdade Dulcina.

Entre as suas principais propostas estão: prioridade à educação,ênfase ao ensino básico e ensino técnico; eleições diretas para a escolha de diretores de escolas. Amargedom propõe a criação de empresas de produção e de divulgação cultural: Gráfica, Editora, Gravadora, Distribuidora. Luta para transformar o DF em pólo ecológico, turístico, cultural e tecnológico.


Gustavo Dourado - Amargedom
MEMÓRIA


O POETA QUE SAIU DA UnB


Jornal da UnB - Maria Clarice Dias/1995



"O Brasil quem U.$.A. sou E.E.U.U"




Gustavo Dourado é Amargedom, baiano de Ibititá, poeta, repentista, compositor e ex - aluno da UnB.
Em 1979, Amargedom entrou na UnB para cursar Letras. Durante seis anos, ele não foi apenas aluno,mas participou intensamente dos movimentos políticos e principalmente culturais da Universidade.
Amargedom foi um dos fundadores do Centro Acadêmico de Letras. Na época, os estudantes eram muito engajados com políticas e lutavam pela melhoria da qualidade de ensino e redemocratização da Universidade e do país.
Nesse tempo de autoritarismo, quando os alunos não podiam manifestar seu pensamento, a comissão pró-centro acadêmico,da qual participava Amargedom, organizou a ExpoArte, movimento cultural que juntou música, teatro,cinema, vídeo, literatura e artes plásticas, era uma espécie de semana de arte na Universidade.
Durante a semana da ExpoArte 6 foi fundado o coral da UnB, homenageado com um poema de Amargedom, e 20 mil cópias desse poema foram distribuídas por todo o Brasil. Foi também na ExpoArte 6 que bandas como Legião Urbana e Plebe Rude reforçaram de a mostra seus trabalhos.
Junto com Anand Rao e Argemiro Neto, o poeta Amargedom promoveu o Show do Arroto que acontecia, uma ou até duas vezes por semana, depois do almoço no Restaurante Universitário/ Anfiteatro 9 - ICC. Esse evento levou personalidades como Mercedes Sosa, Gil e Chico Buarque.
Aquele clima era diferente, a entrada numa abertura política. Houve um dinanismo muito grande na UnB, esses artista achavam ótimo; diz Amargedom.
Gustavo Dourado também participou da organização do Festival Livre de Música Popular, o Flimpo, e do Festival Livre de Poesia, o Flimpoético. Ele foi morador do centro olímpico e afirma que viveu intensamente o clima universitário. Sente saudades do seu tempo de estudante.
Agora, Amargedom é Assessor de Literatura da Fundação Cultural do GDF, tem oito livros publicados, mas diz ser uma pena nenhum destes terem sido publicados pela Editora da UnB. Já ganhou cinco concursos literários, um deles promovido pelo DCE na UnB, e tem poemas traduzidos em alemão, francês e inglês. É professor licenciado da Faculdade de Arte Dulcina de Morais, tem pós- graduação em educação e é especializado em literatura, cultura e folclore .
É vice-presidente do Sindicato dos Escritores e faz da Academia de Letras do DF.
Atualmente, sua maior preocupação é resgatar a literatura no DF, e espera conta com a colaboração da UnB.

mais:Usina virtual de criação

Usina virtual de criação

Gustavo na mídia


O Bra$yl quem
U.$.A: Sou E.E.U.U.


Veja a entrevista de Gustavo Dourado no Site Guia da Poesia


1º CORDEL publicado na USINA!

Você nunca teve a curiosidade de saber quem publicou o primeiro Cordel na Usina?

Pois eu tive, e para satisfazer-me fui pesquisar e descobri que o primeiro cordel intitulado "Cordel da Castração" foi publicado por Amargedom, no dia 12/11/1999 às 20Hs43min.

Descobri também que Armagedon não publica nada desde 01/03/2000, mas que sua página, mesmo contando com poucas publicações apresenta textos com altíssimas leituras, como por exemplo, um outro cordel com 2110 leituras entitulado Golpe de Mestre.

Eu poderia reproduzir o cordel aqui para que você conhecesse, mas como seria falta de ética, optei pelo linque.

Não deixe de ler o PRIMEIRO CORDEL publicado na Usina.

E aproveite também para conhecer a obra do Armagedon.

Publicado no site Usina de Letras, dia 10/05/2003, por Lumonê.